
A 71ª edição da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que esse ano será no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, de 21 a 27 de julho, já conta com mais de 5 mil inscritos. O maior evento científico da América Latina terá como tema “Ciência e Inovação nas Fronteiras da Bioeconomia, da Diversidade e do Desenvolvimento”.
A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas entre cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Além de autoridades e gestores que são formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no País.
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Com a pista liberada para pousos e decolagens, os pilotos de aviõezinhos de papel de todo o Brasil já separam os equipamentos necessários para alçar voo na quinta edição do maior torneio mundial da categoria, o Red Bull Paper Wings. De volta após quatro anos, a competição contará com uma categoria inédita aos brasileiros e com o recorde de qualificatórias no País. Com inscrições gratuitas, os estudantes podem procurar uma das etapas espalhadas de Norte a Sul do país em www.redbullpaperwings.com.br e se cadastrar para participar, a partir de 27 de março. Os grandes campeões ainda representarão a nação verde e amarela na etapa mundial, na Áustria, em maio.
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“Há um movimento anti-intelectualista que desvaloriza a formação acadêmica e impede que tomadas de decisão sejam baseadas em fatos e estatísticas”, destaca o neurocientista Stevens Rehen, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. “Por essa razão, o maior desafio da ciência brasileira talvez seja se popularizar mais. Ciência é informação relevante que precisa ganhar o público.”
Já o físico Paulo Artaxo, professor da Universidade de São Paulo (USP), declara que “Um país em que a ciência não faz parte da estratégia de desenvolvimento está condenado ao subdesenvolvimento” (…) “Veja o exemplo de Suécia, Finlândia e Coreia do Sul. Apostaram na ciência como motor de desenvolvimento econômico e tiveram sucesso. É preciso integrar o desenvolvimento científico na visão de futuro do país.”
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À frente do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Pontes terá de lidar com um orçamento cada vez mais reduzido para a produção de pesquisas no país.
Na última semana, um decreto assinado por Jair Bolsonaro atingiu diretamente a pasta comandada pelo ex-astronauta: ao reduzir as verbas do Orçamento da União, o MCTIC perdeu R$ 2,1 bilhões (o equivalente a 42,27% do orçamento reservado para investimentos). A medida se soma à série de cortes que a ciência brasileira sofreu nos últimos anos: em 2018, o orçamento do MCTIC já estava 25% menor do que em relação a 2017.
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A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), juntamente a outras cinco entidades científicas e acadêmicas nacionais, divulgou nesta segunda-feira (1) uma carta criticando os cortes no Orçamento Federal anunciados pelo Ministério da Economia na última sexta-feira, 29 de março. O Decreto 9.741, assinado pelo presidente da República e publicado no Diário Oficial da União (DOU), contendo a programação orçamentária e financeira para o ano, prevê o contingenciamento de 42,27% nas despesas de investimento do orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Com o bloqueio de R$ 2,158 bilhões do valor definido na Lei Orçamentária Anual (LOA) de R$ 5,105 bilhões, o MCTIC ficará com apenas R$ 2,947 bilhões do total das despesas discricionárias (excluindo despesas obrigatórias, como salários, e reserva de contingência).
O MCTIC já estava com um orçamento extremamente reduzido em 2019, devido aos sucessivos cortes dos últimos anos, afirma a carta encaminhada aos ministros Marcos Pontes, do MCTIC; Almirante Bento Costa Lima Leite, do Ministério das Minas e Energia (MME); Paulo Guedes, da Economia; Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil; ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre; e ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.
“As novas restrições orçamentárias atingem a integridade do programa de bolsas, fonte da formação de novos pesquisadores desde a criação do CNPQ”, afirmam, alertando que tamanho corte “inviabiliza o desenvolvimento científico e tecnológico do País”.
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A ANPG denuncia mais um ataque contra a Ciência e a Educação brasileiras, desferido na última sexta-feira, quando o governo federal anunciou o decreto de contingenciamento de verbas dos ministérios.
No que diz respeito ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Comunicação (MCTIC), o congelamento é de 42,2% do orçamento previsto para 2019, representando redução de 2,13 bilhões no orçamento. Proporcionalmente, trata-se de um dos maiores cortes em comparação a outros ministérios, sendo que este já é o pior orçamento da década para a pasta.
Em relação ao Ministério da Educação, o bloqueio chega a 5,83 bilhões, atingindo as universidades, a assistência estudantil, colocando em risco todo sistema nacional de ciência e tecnologia e de educação do país.
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A defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) que engajou a maioria da comunidade científica e educacional mineira, ganhou agora a adesão dos parlamentares da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Na audiência pública realizada nesta quarta-feira (3) para discutir os atrasos e cortes em bolsas e projetos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), os deputados se comprometeram a criar uma frente parlamentar em defesa do setor, além de apresentar uma proposta de emenda à Constituição que torna crime de responsabilidade a retenção de recursos do Estado para pesquisa. O evento foi considerado um sucesso, com mais de 300 pessoas dentro e fora do Auditório José Alencar.
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Foto: Daniel Protzner

Pesquisadores da FURB, UFSC, UDESC, UNIDAVI, UNIFEBE e SENAI estiveram reunidos nesta quarta-feira, dia 3 de abril, no auditório da Biblioteca Universitária da FURB, com o secretário regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC-SC), André Ramos (professor de Genética da UFSC) e o secretário adjunto Luiz Claudio Miletti (professor de Bioquímica da Udesc de Lages) para unir esforços em defesa da ciência em Santa Catarina. Foi a primeira reunião aberta da entidade no Vale do Itajaí.
A SBPC vem realizando reuniões abertas em todo o estado e já passou por Florianópolis, Lages, Chapecó, Criciúma, finalizando a discussão em Blumenau.
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O Vale do Itajaí mostrou força política, científica e educacional numa das reuniões mais representativas realizadas até o momento em todo o estado de SC pela SBPC. Sediado na FURB, o encontro contou com representantes e dirigentes de seis instituições de ensino e pesquisa sediadas em quatro municípios do Vale. FURB, UFSC e Senai de Blumenau, UDESC de Ibirama, UNIFEBE de Brusque e UNIDAVI de Rio do Sul. Um GT do Vale do Itajaí já tomou forma com várias propostas de ações para 2019. Antes da reunião no Campus 1 da FURB, os Secretários Regionais da SBPC visitaram o Campus da UFSC, que acaba de completar cinco anos de existência . Aguarde por mais notícias do GT do Vale aqui.