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QUATRO PESQUISADORES DA UFSC ESTÃO ENTRE OS VENCEDORES DO PRÊMIO CAPES DE TESE 2019
Quatro doutores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram vencedores do Prêmio Capes de Tese 2019, que seleciona anualmente a melhor tese para cada uma das 49 Áreas do Conhecimento reconhecidas no país.
Para a 14ª edição do Prêmio, foram selecionadas teses defendidas em 2018, considerando a análise das comissões avaliadoras de cada área, a partir de critérios como originalidade do trabalho e sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação.
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CORTES DE BOLSAS DA CAPES PODEM LEVAR PESQUISADORES A DEIXAR O BRASIL
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) anunciou esta semana um corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil. A medida, que se junta a outros cortes na educação feitos pelo governo desde o início do ano, preocupa a comunidade científica, que já teme o impacto na produção acadêmica do país, além do risco de uma “fuga de cérebros” em busca de melhores condições para a realização de suas pesquisas.
“É uma tragédia para a história da ciência e da pós-graduação no Brasil”, sentencia a antropóloga Miriam Grossi, professora da Universidade Federal de Santa Catarina e presidente da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS). Esse é o terceiro anúncio de cortes neste ano e, ao todo, a Capes, fundação vinculada ao Ministério da Educação (MEC), já bloqueou mais de 11 mil bolsas em 2019.
Além disso, insiste a professora, “não vamos esquecer que o CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, um dos maiores financiadores da pesquisa no Brasil) também já anunciou que a partir de setembro não vai mais ter recursos para pagar as bolsas. A situação é dramática nas duas agências”, alerta a antropóloga.➡️ Ouça a entrevista completa com a antropóloga e professora Miriam Grossi
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PARTICIPE DA CAMPANHA “CIÊNCIA, PRA QUE CIÊNCIA?”

A SBPC criou uma campanha, chamada “Ciência, pra que Ciência?”, para que todos os estudantes e pesquisadores, desde a iniciação científica até a pós-graduação, bolsistas e ex-bolsistas, profissionais de todas as áreas e todos os amigos da ciência contem sobre a importância de suas pesquisas e como os cortes nas bolsas afetam esses estudos. Os vídeos serão amplamente divulgados nas redes sociais da SBPC. Para participar basta gravar um breve vídeo, com duração de 30 segundos a um minuto. Grave seu vídeo e participe!! #cienciapraqueciencia
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➡ Para mandar o seu vídeo acesse: http://reunioessbpc.org.br/cienciapraque/ -
UFSC É UMA DAS 10 INSTITUIÇÕES QUE MAIS PRODUZEM CIÊNCIA NO BRASIL!!
quinze universidades — todas elas públicas — produzem mais da metade da ciência brasileira, segundo um relatório preparado pela empresa Clarivate Analytics e divulgado nesta semana, em Brasília. As três universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) encabeçam a lista, com mais de 100 mil trabalhos científicos publicados no período de seis anos contemplado pelo estudo (2013-2018).
As outras 12 instituições são 11 universidades federais e 1 estadual, do Rio de Janeiro. Juntas, essas 15 universidades são responsáveis por mais de 60% do conhecimento científico produzido no País, segundo o relatório. O levantamento foi feito a pedido da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação (MEC). Veja a íntegra do relatório aqui: Research in Brazil: Funding Excellence.
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PARTICIPE DO DEBATE, ORGANIZADO PELO FEPE-SE, SOBRE O APOIO AS MOBILIZAÇÕES DE RESISTÊNCIA NA UFSC

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JORNAL DO ALMOÇO/SC MOSTRA IMPORTÂNCIA DE SE FALAR SOBRE GÊNERO NA ESCOLA
Assista reportagem do Jornal do Almoço (de 5/9/19) dedicado à explicar o manifesto dos cientistas catarinenses intitulado “ESCOLA É LUGAR DE CIÊNCIA (E NÃO DE PRECONCEITO)”. O documento, que foi encaminhado ao governo do estado, foi redigido pela Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência de SC (SBPC-SC), pelo Fórum Estadual Popular de Educação de SC (FEPE-SC) e pelo Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC), sendo assinado por diversas entidades acadêmicas e educacionais em 2/9/19.
Reportagem do Jornal do Almoço sobre Manifesto de Cientistas Catarinenses
[JORNAL DO ALMOÇO/SC MOSTRA IMPORTÂNCIA DE SE FALAR SOBRE GÊNERO NA ESCOLA]Assista reportagem do Jornal do Almoço (de 5/9/19) dedicado à explicar o manifesto dos cientistas catarinenses intitulado "ESCOLA É LUGAR DE CIÊNCIA (E NÃO DE PRECONCEITO)". O documento, que foi encaminhado ao governo do estado, foi redigido pela Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência de SC (SBPC-SC), pelo Fórum Estadual Popular de Educação de SC (FEPE-SC) e pelo Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC), sendo assinado por diversas entidades acadêmicas e educacionais em 2/9/19.
Publicado por SBPC SC em Quinta-feira, 5 de setembro de 2019
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CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFSC REJEITA PROGRAMA ‘FUTURE-SE’
Em sessão aberta realizada na tarde desta terça-feira, dia 3 de setembro, o Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) rejeitou, integralmente, a adesão da instituição ao programa Future-se, proposto pelo Ministério da Educação (MEC). Docentes, servidores técnico-administrativos em Educação (STAEs), estudantes e entidades representativas da Universidade lotaram o Auditório Garapuvu e a área em frente ao Centro de Cultura e Eventos Luiz Carlos Cancelier de Olivo, no Campus Florianópolis, para a deliberação.
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➡ Leia a notícia completa e a íntegra da moção do Conselho Universitário sobre o programa Future-se -
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA ACABA COM FOMENTO À PESQUISA DO CNPQ
O orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) destinado ao financiamento de atividades de pesquisa deve sofrer um corte de 87% em 2020, segundo a proposta de orçamento elaborada pelo governo federal e enviada ao Congresso na última sexta-feira, 30 de agosto. O valor previsto para atividades de “fomento” no orçamento da agência é de apenas R$ 16,5 milhões, contra os R$ 127 milhões neste ano — já considerado um valor largamente insuficiente para a manutenção das atividades mínimas de pesquisa científica no País.
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Os R$ 16,5 milhões propostos para 2020, portanto, são apenas um valor simbólico — se aprovado dessa forma, o orçamento aniquilará a capacidade do CNPq de fomentar a pesquisa científica no Brasil, restando-lhe apenas a função de conceder bolsas. E, ainda assim, fica a dúvida: se as bolsas são para fazer pesquisa, mas os laboratórios não têm dinheiro para funcionar, onde esses bolsistas vão trabalhar? “Não adianta ter bolsas se os laboratórios estão paralisados”, como bem disse o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, em entrevista ao Jornal da USP na semana passada. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡ Leia a notícia completa -
“NÃO EXISTE IDEOLOGIA DE GÊNERO; O QUE EXISTE É PRECONCEITO E DESINFORMAÇÃO”
A deputada Luciane Carminatti (PT), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, manifestou-se publicamente no último sábado (31/08), após a polêmica criada por deputados em plenário sobre a inclusão da discussão de gênero no currículo escolar do 8º ano do ensino fundamental.
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A abordagem de colegas, que a deputada classificou como ideológica, culminou em um pronunciamento em vídeo do governador Carlos Moisés da Silva. Ao lado do secretário de estado da educação, Natalino Uggioni, Moisés determinou ao secretário que “fizesse as correções necessárias”, alegando que “não permitiria a abordagem do tema” na rede estadual de ensino.
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A Base Curricular Comum do Território Catarinense é resultado de um processo democrático: um documento com mais de 400 páginas, elaborado em oficinas envolvendo mais de 500 profissionais da educação, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação e que aguarda homologação do chefe do Poder Executivo para entrar em vigor.
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➡ Leia a nota na íntegra da deputada Luciane Carminatti -
1º SEMINÁRIO CATARINENSE: “ESCOLA É LUGAR DE CIÊNCIA” NOS BOLETINS DO “UFSC CIDADE”
Confira a reportagem feita pela “UFSC Cidade” sobre o Seminário Catarinense: “Escola é Lugar de Ciência” (que foi um sucesso!)
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ℹ O evento contou com presença de cerca de 600 pessoas, majoritariamente professores da rede pública de ensino, que lotaram os Auditórios Antonieta de Barros e o Plenarinho (onde teve que ser instalado um telão) na Assembleia Legislativa de SC (ALESC). O seminário foi organizado pela SBPC-SC em parceria com a Comissão de Educação da ALESC e o FEPE-SC (Fórum Estadual Popular de Educação de SC) e contou com palestrantes de renome, como Gaudêncio Frigotto e Ildeu Moreira.
