Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – Secretaria Regional/SC
  • POR REFORMA DA PREVIDÊNCIA, EDUCAÇÃO PERDE QUASE R$ 1 BILHÃO

    Quase um terço dos R$ 3 bilhões que o governo Jair Bolsonaro (PSL) pretende remanejar para facilitar o pagamento de emendas parlamentares, em meio à negociação para aprovação da reforma da Previdência, devem sair do orçamento do Ministério da Educação (MEC).

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  • O QUE ESTÁ DE FATO ACONTECENDO NA FLORESTA AMAZÔNICA??

    Monitoramento indicou alta de 278% no desmatamento da Amazônia em julho de 2019, na comparação com o mesmo mês de 2018. Entenda o que significam e como acessar os números do instituto.
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    Instituído em 1971 para produzir ciência na área espacial, o Inpe monitora a Amazônia há mais de 30 anos. As imagens da floresta, obtidas via satélites, servem de base para quantificar o desmatamento local e para embasar ações de fiscalização, controle e combate a ações ilegais. A precisão das imagens varia de 90% a 95%, diz o instituto.

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  • SEMENTE NO CHÃO, FLORESTA EM PÉ

    O que os extrativistas, indígenas e ribeirinhos da Rede de Sementes do Xingu sempre souberam agora ganha apoio de órgãos do governo, produtores rurais, empresas agropecuárias, de energia e de logística. A iniciativa “Caminho das Sementes”, promovida pelo Instituto Socioambiental (ISA), a Agroicone e o P4F (Partnerships for Forests), reuniu esses e outros atores para ampliar a restauração de ecossistemas no Brasil. Em outras palavras, como plantar mais floresta em menos tempo e com menos recursos.
    No centro dessa discussão está a técnica da semeadura direta, que é o plantio de uma mistura de sementes nativas, a muvuca, em um solo bem preparado. A composição da muvuca varia com o bioma de cada região. É uma técnica utilizada há milênios pelos indígenas e comunidades tradicionais do Xingu – e outros povos indigenas de todo o mundo -, e que finalmente é reconhecida pelos principais atores da sociedade não indígena.
    A meta é, a partir de 2020, triplicar a área de restauração com o uso da semeadura direta. Ou seja, passar de 700 hectares para 2.100 hectares por ano.

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  • CONHEÇA OS LIVROS SOBRE A CIÊNCIA, A HISTÓRIA E A CULTURA QUE PRODUZIRAM A BANANA MAIS DOCE DO BRASIL

    Você já imaginou visitar Santa Catarina e experimentar a “Banana Mais Doce do Brasil”? Uma área produtora de bananas destaca-se por produzir uma fruta com sabor e aromas diferenciados, inserida no contexto da agricultura familiar e da colonização alemã: a “Região de Corupá”. Após 14 anos de projeto junto aos produtores e a comunidade esta fruta, com características naturais de doçura, conquistou recentemente a Indicação Geográfica(IG) de Denominação de Origem(DO), o mais alto grau de reconhecimento de um produto a nível mundial.

    Leia os livros gratuitos e online:
    🍌 LIVRO 01 – BANANA DA REGIÃO DE CORUPÁ – Levantamento Histórico e Cultural

    🍌 LIVRO 02 – BANANA DA REGIÃO DE CORUPÁ – Dossiê Técnico Científico


  • GUIA REÚNE AS ESPÉCIES MAIS COMUNS NAS VÁRZEAS DA AMAZÔNIA

    Com apoio do CNPq, um grupo de pesquisa lançou o “Guia de campo de herbáceas aquáticas: várzea Amazônica”, que reúne as espécies mais comuns nas várzeas, especialmente da Amazônia Central, com fotos, ilustrações e esquemas sintetizando o ciclo de vida das plantas ao longo do ciclo hidrológico. No livro, são descritas espécies de 38 diferentes famílias de plantas.

    ➡️ O download em PDF é gratuito

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  • A SBPC-SC APOIA O INSTITUTO MEMÓRIA E DIREITOS HUMANOS (IMDH) DA UFSC E ESTARÁ PRESENTE NO 1º ENCONTRO

    Participe do 1º Encontro sobre Memória e Direitos Humanos, organizado pelo Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) da UFSC. O evento ocorrerá nos dias 25 e 26 de setembro de 2019 e terá como tema “Violências de Estado no Passado e no Presente”. Haverá debates sobre o tema com enfoque em seus avanços, recuos, e desafios presentes e futuros. Além de Mesas Redondas e Palestras, estão programadas sessões de apresentação de trabalhos.

    Estudantes, professores, pesquisadores e membros da comunidade estão convidados a propor trabalhos relacionados à temática proposta para o Encontro até dia 12 de agosto de 2019. Todas as propostas deverão ser submetidas exclusivamente pelo e-mail oficial do Evento (encontro_mdh2019@contato.ufsc.br).

    ➡️ Confira a programação e mais informações do evento

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    Sobre o Instituto:

    O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) da UFSC tem como finalidades organizar uma Memória sobre Direitos Humanos no Brasil, disponibilizar seu conteúdo através de atividades de ensino, pesquisa e extensão e recolher informações sobre violações de Direitos Humanos, promovendo apoio às vitimas.

    Acompanhe o IMDH nas redes sociais(!):

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  • SBPC PLEITEIA AÇÕES EMERGENCIAIS PARA IMPEDIR COLAPSO DO SISTEMA NACIONAL DE CT&I

    A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) encaminhou nesta quinta-feira, 8 de agosto, a moção “Ações emergenciais em 2019 para impedir o colapso do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI)”. O documento foi enviado presidente da República; Jair Bolsonaro, aos ministros da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, da Educação (MEC), Abraham Wentraub, e o da Economia, Paulo Guedes.

    Aprovada por unanimidade pela Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC, realizada em 25 de julho de 2019, por ocasião da 71ª Reunião Anual da SBPC, o manifesto pleiteia quatro medidas urgentes que o governo precisa tomar para evitar que o funcionamento do Sistema Nacional de CT&I seja seriamente comprometido:

    1) A recomposição do orçamento do MCTIC, com redução paulatina e integral, ainda em 2019, do contingenciamento de 38%;

    2) O aporte imediato ao CNPq de recursos da ordem de R$ 340 milhões para que ele possa cumprir seus compromissos adequadamente até o final do ano;

    3) O fim da Reserva de Contingência para os recursos do FNDCT, geridos pela Finep, com recuperação paulatina dos recursos já contingenciados;

    4) Recomposição dos recursos orçamentários inicialmente previstos para a Capes em 2019.

    ➡️ Confira o texto da moção na íntegra


  • FAPESC SELECIONA AVALIADORES DO PROGRAMA CENTELHA

    Que tal participar como avaliador no Programa Centelha?
    As avaliações acontecem entre os dias 30 agosto e 12 de dezembro de 2019, de forma online, e cada especialista receberá uma capacitação para ter acesso à metodologia de avaliações do Programa Centelha. A inscrição vai até 20 de agosto.

    ➡️ Para fazer parte deste time, a inscrição deve ser realizada no link: http://bit.ly/2MuPhNU até 20 de agosto.


  • COALIZÃO CIÊNCIA E SOCIEDADE VOLTA A CRITICAR REITERADAS OFENSIVAS AO INPE

    A organização que integra 65 cientistas de todas as regiões brasileiras demanda posicionamento do MPF e diz que e exoneração de Ricardo Galvão anunciada nesta sexta-feira pelo ministro Marcos Pontes, do MCTIC, e os ataques de Ricardo Salles, do MMA, ao meio ambiente contribuem para o “rápido sucateamento da credibilidade, nacional e internacional, construída com esforço e perseverança por gerações de cientistas e tecnólogos ao longo de diferentes governos”.

    ➡️ Confira a nota completa


  • NATURE CHAMA BOLSONARO DE “TRUMP TROPICAL” E DENUNCIA CRISE SEM PRECEDENTES NA CIÊNCIA BRASILEIRA

    “Quando o neurocientista Sidarta Ribeiro apresentou uma prévia de um relatório sobre o estado de pesquisa no Brasil em uma reunião de uma grande sociedade científica na semana passada, soldados do governo entraram na sala e começaram a filmar. Alguns na plateia tomaram as ações dos soldados como uma demonstração de intimidação.

    “Talvez esses caras fossem apenas soldados que querem aprender sobre ciência”, diz Ribeiro, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. Ele coordenou a análise em nome da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que promoveu a reunião e encomendou o relatório. Mas não parecia que eles estavam lá por curiosidade, diz Ribeiro.

    O incidente é o mais recente de muitos exemplos das crescentes tensões entre os cientistas do país e a administração do presidente Jair Bolsonaro. Desde que Bolsonaro assumiu o cargo, em janeiro, os pesquisadores brasileiros enfrentaram cortes no financiamento e repetidas tentativas do governo de reverter as proteções ao meio ambiente e às populações indígenas.”

    ➡️ Leia a tradução do Jornal da Ciência

    ➡️ Ou acesse a reportagem original em inglês


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