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SETOR CIENTÍFICO PRECISA SE APROXIMAR DA POLÍTICA PARA GANHAR ALIADOS
O assunto foi tema da palestra “Iniciativa para a Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br)”, durante a XXXV Reunião Anual da SBPZ – Sociedade Brasileira de Protozoologia, em Caxambu (MG).
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MOBILIZAÇÃO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA AJUDOU A UNIR DEPUTADOS QUE ASSINARAM ARTIGO NO JORNAL O GLOBO
Um dos signatários do artigo em defesa da educação, ciência e tecnologia (C&T) publicado no jornal O Globo, o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) afirmou que a mobilização das entidades representativas das comunidades científica e acadêmica brasileiras que formam a Iniciativa para a Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br) tem sido fundamental para unir parlamentares de correntes e ideologias diferentes em torno das pautas do setor.
“Sem dúvida nenhuma, todo o movimento feito pela SBPC, a ABC e todas as demais entidades nos ajudou muito a chegar até aqui”, afirmou Molon ao Jornal da Ciência. -
SORTEADOS DA RIFA BENEFICENTE E AGRADECIMENTOS!



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A organização da 16ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia promovida pela SBPC-SC gostaria de anunciar os sorteados da RIFA BENEFICENTE e agradecer os envolvidos nas vendas e aos doadores dos prêmios.
Sendo assim, muito obrigada Manoella Biroli Bastos, Ana Merian, Bárbara Segal, Muryel de Carvalho Gonçalves, Julia Alvarenga e Tainá Gaspar pelo comprometimento na venda de rifas antes, durante e após o evento.
Muito obrigada à artista plástica e escultora Carmen Melo, pela doação do vaso de cerâmica com planta suculenta ornamental. Carmen Melo é ceramista há mais de 20 anos e promove cursos em seu ateliê para amantes da modelagem manual. O ateliê se localiza na Rua Joe Collaço, 539 no bairro Santa Mônica em Florianópolis.
Agradecemos também a empresa #CANSEIDEPLÁSTICO, formada por dois oceanógrafos que possui objetivo de conectar pessoas, produtores e poder público em um ecossistema livre de descartáveis plásticos. Atualmente eles vendem produtos que ajudam as pessoas a se tornarem agentes no combate a poluição por plásticos, assim como empresas que desejam entrar nessa onda e reformular o consumo e oferta de produtos com descartáveis mais sustentáveis.
Muito obrigada Professor Mário Steindel (Conselheiro SBPC-SC) e editora UFSC pela doação de 3 exemplares do livro Fritz Muller para Darwin.
O livro de Fritz Müller (1864, Für Darwin) foi traduzido para o português e publicado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A obra atual inclui a tradução do livro original, com os aditamentos e correções do autor apresentados à 2ª edição (1869, Facts and arguments for Darwin), 6 resenhas bibliográficas da época e 4 necrológios. Trata-se da obra decisiva na consolidação do evolucionismo darwinista. Foi pioneira na apresentação e discussão minuciosa de provas factuais, obtidas do estudo de crustáceos em Desterro (atual Florianópolis), SC, pelo eminente naturalista Fritz Müller, de origem alemã e naturalizado brasileiro, que aqui chegou em 1852 aos 30 anos de idade, vivendo em nosso país durante 45 anos, até o seu falecimento em 1897, aos 75 anos de idade. O livro se integra no conjunto de homenagens prestadas ao naturalista pela Universidade Federal de Santa Catarina, vindo a público no mesmo dia (22/10/2009) em que a Universidade lhe concedeu o título de “Doutor Honoris Causa” In Memorian.
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VITÓRIA! PAGAMENTO DAS BOLSAS CNPQ EM 2019 ESTÁ GARANTIDO! #SOMOSTODOSCNPQ

VITÓRIA! 📣🤩
Graças aos esforços conjuntos de nossa comunidade conseguimos a liberação dos recursos que garantirão o pagamento dos mais de 80 mil bolsistas do CNPq até dezembro.
Juntos podemos conseguir melhores condições para todo o setor de CT&I brasileiro em 2020. Contamos com vocês!
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“CIÊNCIA PRECISA DE RECURSOS DE LONGO PRAZO”, DIZ PAULO ARTAXO
Considerado um dos pesquisadores brasileiros mais influentes no mundo, o físico Paulo Artaxo não viu muitos motivos para comemorar a liberação dos recursos que faltavam no orçamento de 2019 para o pagamento de bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), anunciada quinta-feira (31/10). Para ele, embora necessária, a verba não resolve o déficit orçamentário da Ciência e Tecnologia (C&T) brasileira que já vem de alguns anos, e que se acentuou com o atual governo. As bolsas de estudo, frisa o pesquisador, são apenas uma parte da C&T, enquanto a outra parte, o fomento à pesquisa, segue “estrangulado”.
Artaxo acrescentou que “o orçamento do CNPq para fomento em 2020, que está atualmente no Congresso Nacional, é o mais baixo de toda a história do CNPq” e que são necessários recursos para os bolsistas executarem seus projetos de pesquisa. -
ARTIGO DE LIDERANÇAS PARLAMENTARES, PUBLICADO HOJE NO JORNAL O GLOBO, FAZ SEVERAS CRÍTICAS AOS CORTES IMPLEMENTADOS PELO GOVERNO NAS ÁREAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO
Um impactante artigo publicado nesta terça-feira (5/11) no jornal O GLOBO, assinado pelo Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e mais vinte e uma lideranças, que representam um amplíssimo espectro político, reafirma aquilo que a SBPC e demais entidades científicas vêm repetindo incansavelmente nos últimos anos: cortar investimentos públicos em ciência, tecnologia, inovação e educação, como vem sendo feito de forma cada vez mais ostensiva, significa destruir a capacidade de desenvolvimento do Brasil. Confira aqui a íntegra do artigo que resulta, sem dúvida, de nosso constante trabalho de resistência em defesa da ciência nacional:
“A base do progresso – Ciência e a Tecnologia não são a causa da crise que enfrentamos, mas podem ser a solução.
Presidente da Câmara dos Deputados e líderes 05/11/2019
Governo erra ao ameaçar pesquisas e Educação, dizem lideranças da Câmara em artigo exclusivo para O GLOBO
Quem olha para a discrepante situação econômica de Brasil e China — o primeiro encontra dificuldades para crescer e tem uma economia calcada em commodities, enquanto o segundo apresenta uma pujança que ameaça os Estados Unidos — talvez não imagine que, até 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro era superior ao chinês.
O que aconteceu nestes quase 30 anos? Com olhar estratégico, a China investiu pesadamente em pesquisa e desenvolvimento. Hoje, é o segundo país no mundo que mais reserva dinheiro à área, dedicando dez vezes mais recursos que o Brasil por ano.
A capacidade de transformação propiciada pela educação e pela ciência e tecnologia é admirável. E os números não deixam espaço para dúvidas: é altíssima a correlação entre o desenvolvimento econômico dos países e seu investimento em pesquisa e desenvolvimento , vide Estados Unidos, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e Israel. Nesta era em que a riqueza das nações é calculada por sua capacidade de geração de conhecimento e inovação, torna-se, portanto, ainda mais fundamental e estratégica a oferta de uma educação de qualidade desde cedo, o incentivo a jovens talentos, o apoio a pesquisadores e o suporte material para o brilhantismo aflorar.
A direção é clara. O governo brasileiro, no entanto, tem dado sinais em sentido contrário. Diante da crise econômica, em vez de ao menos manter os recursos voltados à área, o governo realizou um forte contingenciamento e tentou mudanças que poderiam ter desestruturado o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Informação, que, ao longo dos anos, se consolidou como um projeto de Estado, perpassando variados governos e até mudanças de regime.
É falsa a ideia de que a fusão da Capes e do CNPq otimizaria a gestão do fomento científico ou geraria ganhos operacionais. Capes e CNPq são instituições com missões diferentes e complementares. A Capes, na estrutura do Ministério da Educação , avalia e dá suporte aos cursos de pós-graduação, onde são feitos 95% da pesquisa brasileira, dedicando-se ao aperfeiçoamento de pessoal do ensino superior.
Já o CNPq , dentro do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, fomenta projetos de pesquisa e incentiva jovens promissores, sendo responsável por um terço da pesquisa em ciência no país. Ambos tinham sofrido cortes severos, com potencial de afetar gravemente a produção de conhecimento no Brasil. Mas, após negociação da Câmara dos Deputados com o governo federal, conseguimos garantir o descontingenciamento desses recursos.
Cerca de 8 mil bolsas da Capes foram cortadas neste ano, e o orçamento para 2020 foi reduzido praticamente pela metade. No CNPq , os cortes para o orçamento do ano que vem chegam a 88% na seção de fomento a projetos e redes de pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a Finep , agência de inovação brasileira, sofre com a ameaça de transferência do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e a anexação dela mesma ao BNDES. Acontece que o próprio BNDES, onde o Fundo foi criado em 1969, entendeu por bem repassá-lo ao Ministério de Ciência e Tecnologia por concluir que não se deve misturar o financiamento de grandes empreendimentos empresariais e de infraestrutura com o financiamento de ciência e tecnologia.
O Fórum Econômico Mundial, em seu relatório global de competitividade, divulgado em outubro, destaca a importância de governos investirem em recursos públicos para impulsionar pesquisas, melhorar a qualificação dos trabalhadores e avançar na questão tecnológica. A insistência na desestruturação a que assistimos hoje ignora os caminhos apontados pela economia global, em que a ciência e suas aplicações assumem papel cada vez mais central nos processos de agregação de valor e na definição de reputações dos países.
Se, com o baixo investimento público em Pesquisa e Desenvolvimento, a ciência brasileira foi capaz de descobrir a ligação entre o vírus da Zika e a microcefalia, desenvolver plástico 100% biodegradável a partir de resíduos da agroindústria e tornar o Brasil uma referência na prospecção de petróleo em águas profundas, imaginemos onde poderíamos chegar com um investimento condizente com os desafios contemporâneos?
A Ciência e a Tecnologia não são a causa da crise que enfrentamos, mas podem ser a solução para esta e para outras. É assim que elas devem ser encaradas pelo governo, por qualquer governo, sob o risco de perdermos gerações de cientistas e investimentos realizados até agora. Aliadas à Educação, permitirão ao Brasil desenvolver produtos de alto valor agregado, trazendo mais riqueza e bem-estar para o nosso país e deixando para trás a mentalidade extrativista. É o que o Brasil do futuro cobra de nós no presente.
Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados); e as lideranças Alessandro Molon (líder da oposição); Aguinaldo Ribeiro (da maioria); Jandira Feghali (da minoria); Paulo Pimenta (PT); Wellington Roberto (PL); Arthur Lira (PP); André de Paula (PSD); Baleia Rossi (MDB); Tadeu Alencar (PSB); Carlos Sampaio (PSDB); Jhonatan de Jesus (Republicanos); André Figueiredo (PDT); Elmar Nascimento (DEM); Augusto Coutinho (Solidariedade); Pedro Lucas Fernandes (PTB); José Nelto (Podemos); Ivan Valente (PSOL); André Ferreira (PSC); Daniel Almeida (PCdoB); Leandre (PV); Joenia Wapichana (Rede)”
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SBPC MANIFESTA SOLIDARIEDADE À CASA DE RUI BARBOSA
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e sua Secretaria Regional no Rio de Janeiro (SBPC-RJ) divulgam nesta segunda-feira, 4 de novembro, uma “Manifestação de solidariedade à Casa de Rui Barbosa”. No documento, a SBPC ressalta a qualidade intelectual da instituição e afirma posição contrária a “qualquer tentativa de destruição desse importante patrimônio imaterial constituído pelo Centro de Pesquisas e pelo Centro de Memória e Informação”.
– Leia o manifesto na íntegra:
Manifestação de solidariedade à Casa de Rui Barbosa
A vasta e relevante produção cientifica e cultural da Casa de Rui Barbosa fez dela uma referência para a cidade e para o País. A extensão e a profundidade dos estudos ali realizados abarcam campos diversos das ciências sociais e da cultura, bem como aqueles relacionados com a vida e obra do importante personagem que nela residiu, e sempre foram marcados pela qualidade e pelo rigor teórico e metodológico. A qualidade intelectual que emana da Casa Rui Barbosa, e que marca seus cursos, museu, biblioteca e inúmeras atividades para a população, resulta de seu corpo social e das sucessivas gestões que souberam respeitar e valorizar o mérito acadêmico.
A descontinuidade administrativa e a nomeação de dirigente com pouca relação e experiência com o tipo de pesquisa ali realizada e com o trabalho de organização de documentos históricos ameaçam a preservação, a estabilidade e o desenvolvimento das atividades da Casa de Rui Barbosa e o seu acervo de conhecimentos construído ao longo de décadas. Preocupada em preservar o bom desempenho de nossas instituições cientificas a SBPC, que tem defendido a indicação de dirigentes de instituições científicas similares por meio dos chamados “Comitês de Busca”, manifesta sua solidariedade à Casa de Rui Barbosa e sua posição contrária a qualquer tentativa de destruição desse importante patrimônio imaterial constituído pelo Centro de Pesquisas e pelo Centro de Memória e Informação.
Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2019.
LIGIA BAHIA
Secretária Regional da SBPC no Rio de JaneiroILDEU DE CASTRO MOREIRA
Presidente da SBPCFonte: JC
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SBPC E ABC PEDEM RETIRADA DE PROPOSTA DE EMENDA À LEI ORGÂNICA DO DF QUE REDUZ RECURSOS DESTINADOS À FAPDF
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência do Distrito Federal (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) enviaram uma carta, nesta sexta-feira (1/11), ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, solicitando a retirada da Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO) 18/2019 do poder Executivo do DF, protocolado na Câmara Legislativa. A proposta visa reduzir de 2% para 0,3%/ano o montante de recursos do orçamento destinados à Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O documento também é assinado pela Secretaria Regional da SBPC no Distrito Federal (SBPC-DF).
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OPORTUNIDADE DE FOMENTO À PESQUISA COLABORATIVA FAPESC – FAPESP – 2019/2020
Confira o Edital de Chamada Pública FAPESC nº 16/2019 – Oportunidade de Fomento à Pesquisa Colaborativa FAPESC – FAPESP – 2019/2020, fruto de uma parceria entre o Estado Santa Catarina e o Estado de São Paulo. (Link: http://www.fapesc.sc.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/edital_16-2019_fapesc-fapesp_assinado.pdf). O objetivo é de estimular a colaboração em pesquisa científica, tecnológica e inovação, bem como entre pesquisadores sediados nos estados de Santa Catarina e em São Paulo, financiando projetos colaborativos, com 24 meses de duração, que contribuam para o desenvolvimento dos ecossistemas de ciência, tecnologia e inovação de ambos os Estados.
Ao mesmo tempo, informamos que se encontram abertos os Editais de Chamadas Públicas:
– Edital de CP 012/2019 – Tecnova SC II (Link: http://www.fapesc.sc.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/edital-assinado_-sgpe.pdf)
– Edital de CP 013/2019 – Elaboração do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil de SC (Link: http://www.fapesc.sc.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/edital-de-chamada-publica-13_2019-defesa-civil.pdf)
– Edital de CP 014/2019 – Programa de Apoio à Implantação e Consolidação de Núcleos de Inovação Tecnológica – NITs (Link: http://www.fapesc.sc.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/edital-014-NITS-final-.pdf)
– Edital de CP 015/2019 – Apoio às Ações de Ativação do Ecossistema de Inovação e Desenvolvimento da Cultura do Empreendedorismo na Rede Catarinense de Centros de Inovação. (Link: http://www.fapesc.sc.gov.br/edital-de-chamada-publica-fapesc-no-15-2019-apoio-a-acoes-de-ativacao-do-ecossistema-de-inovacao-e-desenvolvimento-da-cultura-de-empreendedorismo-na-rede-catarinense-de-centros-de-inovacao/)
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ESPECIALISTAS ENFATIZAM A IMPORTÂNCIA DA AUTONOMIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS E DOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO
O papel da universidade pública no desenvolvimento da ciência e tecnologia, da educação e do conhecimento foi tema de seminário na Câmara dos Deputados, realizado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Comissão de Educação, nos dias 29 e 30 de outubro. No decorrer dos dois dias, os participantes apresentaram uma série de dados e informações que enfatizam a importância da autonomia das universidades públicas e dos investimentos em educação.
Para Fernanda Sobral, vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), os dados levantados no evento mostram o quanto as universidades contribuíram e contribuem para o desenvolvimento social e econômico no Brasil. “Temos vários exemplos de impacto socioeconômico da ciência e tecnologia brasileiras, muitas vezes, em cooperação com institutos de pesquisa e empresas. Entre os exemplos, temos a agricultura, a produção animal, automação, aeronaves, políticas públicas. Esta última com contribuição das ciências humanas, que têm dado subsídios para as políticas públicas como as cotas”, comenta.
